Arquivo | janeiro 2008

A ovelhinha teimosa

Um pastor tinha cem ovelhas. Embora tivesse tantas ele gostava de cada uma. Todos os dias ele as conduzia para o campo. O pastor sabia o nome de cada uma das ovelhinhas. E as ovelhinhas conheciam a voz do pastor e o seguia, elas faziam: Méééé,Méééé… Certo dia como de costume saiu com as ovelhinhas. Era uma manhã bem bonita, o pastor levou suas ovelhinas até a montanha. Que beleza! O campo estava tão florido! O pastor sentou-se na grama e começou a cantar uma canção para as ovelhinhas. E como elas gostavam de ouvir a voz suave de seu pastor! As ovelhinhas brincavam, comiam a grama bem verdinha… Depois o pastor as levava para beber água no riacho. Quando começava escurecer o pastor levava as ovelhinhas para o curral, e cuidava com muito amor.
Um dia o pastor estava contando as ovelhas: Uma, duas, três, quatro ,cinco… Noventa e oito, noventa e nove… Oh! Faltava uma! “Onde estará?Sumiu a ovelhinha! Eu preciso procurá-la”. Bem depressa o pastor largou as outras ovelhinhas no curral e saiu para procurar a ovelha perdida. E era justamente aquela ovelhinha mais teimosa, mas desobediente, aquela que mais preocupava o pastor. O pastor entrou pelo mato adentro gritando: “- Ovelhinha Lili! Ovelhinha Lili! Onde você está?”. O pastor amava muito aquela ovelhinha! E não podia perdê-la. Longe dali a ovelhinha teimosa procurava o caminho de volta pra casa. Coitadinha! Ela não sabia voltar.
De repente ela ouviu um barulho. Que susto! Era o lobo! Ela começou a chorar! “- Méééé! Méééé!”. O pastor ouviu e foi correndo. “- Espere ovelhinha! Já estou chegando vou salvá-la”. No momento em que o lobo ia atacar a ovelhinha, o pastor chegou e deu uma cajadada no lobo. Pegou a ovelhinha nos braços, levou-a para junto das outras ovelhas e cuidou de suas feridas. Nunca mais a ovelhinha fugiu! Daí em diante ela foi a ovelhinha mais obediente! Há uma pessoa que se preocupa conosco. É Jesus! Ele nos ama e está sempre pronto a nos socorrer em qualquer situação.
Lucas 15:3 a 7 – Adaptação: Marilda Ferreira de Toledo

O príncipe aleijado

Era uma vez um lindo princípe que tinha cinco anos de idade. Este princípe chamava-se Mefibosete. Que nome comprido para um menino tão pequeno! É quase certo que sua mãe o chamava de nenê. Este nenê morava num lindo palácio. Seu pai era o princípe Jônatas. O avó de Mefibosete chamava-se Saul. Mefibosete brincava o dia todo no jardim do palácio. No palácio havia muitos criados, cozinheiros, zeladores e também uma babá que cuidava de Mefibosete. Ela era muito carinhosa , à noite ela contava histórias até que ele dormisse.
Um dia, o pai e o avó de mefibosete foram à guerra; lutar com uns homens maus… Mas imagine só o que aconteceu! Um dia depois que o papai e o vovô de Mefibosete sairam para guerra, chegou um homem correndo no palácio disse á babá:
– Depressa! Depressa! Pegue o menino e fuja. Os homens maus mataram Jônatas e Saul e estão vindo pra matar o princípe!
Como a babá ficou assustada! Pegou Mefibosete, e saiu correndo do palácio! Queria levar o princípe para um lugar seguro! Como ela estava correndo, não viu uma pedra e PLAF! Caiu com Mefibosete, pobrezinho! Mefibosete chorava porque doía o pé. A babá levantou e continuou correndo. Por fim chegaram na casa de uns amigos. Agora sim aqueles homens maus não podiam fazer nada a Mefibosete. Mas, coitadinho de Mefibosete, quando queria andar o pé doía muito.
Os anos se passaram e ele se tornou um homem. O pé continuou tendo problemas. Posso dizer-lhes que quando andava ele mancava. Imaginem como era dificíl andar! E ele que também não podia trabalhar. Mas um dia aconteceu uma coisa muito bonita. No país de Mefibosete havia um rei muito bom. Esse rei chamava Davi. Embora o rei Davi e o pai de Mefibosete tivessem sido bons amigos, ele não sabia de nada disso. Certo dia, o rei se lembrou do amigo Jônatas. Pensando nele veio-lhe uma idéia. O rei chamou um de seus empregados e perguntou:
– Sabe você se meu amigo Jônatas tinha algum filho?
O empregado então contou ao rei que sim. Jônatas tinha um filho que se chamava Mefibosete. Contou-lhe também que ele não podia andar direito por ser aleijado.
– Procure o filho de meu amigo e traga-o ao palácio – ordenou o rei.
Assim Mefibosete arrastando a perna chegou ao palácio. Ia ver Davi. Pobre Mefibosete! Como estava com vergonha! Aproximou-se do rei Davi e o cumprimentou com reverência.
– Não tenha medo Mefibosete! – disse o rei Davi – Não vou lhe fazer nenhum mal. Teu pai e eu éramos muito amigos. Tu passarás a morar no palácio e comerás comigo todos os dias.
Vocês podem imaginar o quanto Mefibosete ficou contente? Mas havia uma pessoa que estava mais contente que Mefibosete e Davi. Era o Papai do céu. E Davi demonstrou sua gratidão para com Mefibosete, ele ajudou o filho de seu melhor amigo. E você amiguinho, já ajudou alguém? Algum coleguinha? A mamãe e o papai? Devemos ser bondosos para com os outros. O Papai do céu fica feliz! Você sabia que Jesus é o nosso melhor amigo? E Ele está sempre pronto a nos ajudar!

Adaptado por: Marilda Ferreira de Toledo

Jesus multiplica o lanche

Muita gente! É gente demais! É uma multidão! Homens, mulheres e crianças; todos andando sem parar. Quantos doentes, aleijados, tortos, alguns se arrastando… O que será que está acontecendo? “- Ei, onde vocês vão? perguntou o menino!” “- Não sabes? Vamos ver Jesus! Ele é maravilhoso”. E andavam para o outro lado do mar da Galiléia. “- Jesus! Que nome doce! Eu também quero vê-lo!” E o menino correu. “Mamãe, mamãe, eu também vou ver Jesus! Ouça o barulho da multidão subindo o monte.” “- Espere meu filho, vou fazer um lanchinho pra você.” Mamãe pegou uma cestinha pra colocar cinco pães e dois peixinhos fritos. E sorrindo entregou pro menino. “-Obrigado mamãe!”. E saiu correndo. “Eu quero ver Jesus!”.
E a multidão estava lá no monte. E o menino, feliz, estava lá também. Ficou na pontinha dos pés, esticou o corpinho e viu Jesus. Ele queria chegar mais perto. Jesus falava e todos ouviam, eram mais de cinco mil pessoas. Todas estavam sentadas na grama verdinha! Mas foi ficando tarde e ali era um lugar distante de tudo. O povo estava com fome. E agora?
Jesus percebeu e falou: “- Felipe, onde vamos comprar pão para eles?” André ouviu, olhou ao redor e viu um menino com um lindo sorriso, segurando sua cestinha com o lanchinho. “- Jesus, há aqui um menino que tem cinco pães e dois peixinhos”. Poxa! Que alegria para o menino! Seu coração estava batendo forte quando Jesus pediu seu lanchinho… E Jesus levantou os olhos para o céu e abençoou aquele lanchinho! Depois deu aos discípulos distribuirem para multidão. Mas os pães não acabavam… Iam se mutiplicando. Todos comeram o quanto quizeram. Depois Jesus mandou recolher o que sobrou. Sabem quanto foi? Doze cestos cheios. Aconteceu um verdadeiro milagre!
O menino dessa história deu o que tinha para Jesus. Ele podia ter dito: “É tão pouquinho!”. E você? O que pode dar a Jesus? Assim como aquele menino deu o lanche para Jesus, você também pode dar alguma coisa. Que tal o seu coraçãozinho? Fale pra Jesus entrar e fazer morada nele agora mesmo!
João 6:1 a 15 – Adaptado por Marilda Ferreira de Toledo

Vítima de assalto

Faz muito, tempo mesmo ,um homem viajava a pé, por uma estrada perigosa que atravessava um deserto. Depois de andar e andar, o viajante estava muito cansado. De vez enquanto pensava em parar um pouquinho para descansar. Mas ele tinha medo, porque era perigoso passar sozinho por aquele caminho. De repente apareceu uns homens. “- Ah! Estou em perigo! Parece que aqueles homens são ladrões. Como sair desta?” – pensou muito aflito! Não houve tempo pra mais nada. Os ladrões correram em sua direção e lhe deram uma surra daquelas. “-Tenha dó de mim!” – gritava! “-Nada disto.” – respoderam – “Queremos seu dinheiro!”.
Em seguida, os homens maus fugiram, deixando-o guase morto. Não demorou muito, um homem todo empinadinho vinha pela mesma estrada. Quando viu o pobre homem caido no chão, pensou: “Hi! este ai está mal mesmo… Não vou perder tempo com este miserálvel”. E continuou sua viagem. Logo depois, apareceu um homem que era muito ativo na sua igreja. Chegou bem pertinho do ferido, deu uma olhadinha em seus ferimentos e disse: “Este coitado até que merece ajuda. Sei que é meu dever ajudá-lo, mas este trabalho não é nada bom. Ah antes eu tivesse vindo por outro caminho! Assim eu não me sentiria culpado”. E da mesma maneira nada fez pelo ferido. E se foi.
Os minutos se passaram, e a situação do ferido piorava cada vez mais; o sangue corria-lhe pelo corpo .Nesse momento, vinha outro homem que nem era do país do ferido. Ao vê-lo no chão, ficou triste e preocupado ,e teve muita pena! Desceu do animal e com muito carinho limpou as feridas do coitado! Então teve uma idéia maravilhosa! “- Vou levar este pobre homem para um lugar mais seguro, onde possa receber melhor tratamento. Não posso deixá-lo aqui.” Em seguida, pôs o homem sobre seu animal e, com muito cuidado e dificuldade, guiava, o jumentinho e ao mesmo tempo protegia com as mãos o ferido para que não caísse. Depois de muito caminhar ,chegou a uma hospedaria.Então disse ao dono da hospedaria: “- Encontrei este homem guase morto. Agora quero que o senhor cuide bem dele. Por favor faça tudo que puder. E, quando eu voltar, pagarei todas as despesas.” Montou em seu jumentinho e continuou sua viagem, enquanto pensava:”É verdade, atrasei dastante minha viagem. Mas não faz mal, pois eu cumpri meu dever. Hoje posso dormir sossegado”.
Essa história foi contada por Jesus, quando estava aqui na terra. Você pode lê-la na Biblía em: Lucas 10:30 a 35.
Adaptação: Marilda Ferreira de Toledo

A cura de Naamã

Havia na Síria, um país bem distante daqui, um homem muito importante. Ele era general, um dos chefes do exército daquela nação. Porém, mesmo sendo muito importante e rico, não era feliz. Naamã! assim era seu nome. Sentia-se infeliz porque estava muito doente. Os médicos não conheciam remédio algum que o curasse daquela doença… Você já viu alguém muito doente? Pois bem, o corpo dele estava todo contaminado por uma doença terrível chamada lepra, a qual faz muitas feridas horriveis, dolorosas e a pessoa sofre muito. Por isso Naamã vivia sempre triste, e sabia que em pouco tempo morreria. Isto é porque ele não conhecia o amor de Deus.
Deus é amor e não quer que ninguém fique triste nem doente. Você conhece a Deus? Deus ama você, ama a mim e a todos nós. Ás vezes Naamã conversava com sua esposa, que também se entristecia profundamente ao ver o sofrimento do marido. Certa ocasião, em que Naamã foi com exército pelejar contra seus inimigos ,ele levou uma menina crente para ser empregada em sua casa. Um dia, aquela pequena empregada ouviu Naamã conversando com sua esposa e percebeu a tristeza no rosto deles e resolveu ajudá-lo. Embora empregada naquela casa, longe da mamãe e do papai e tendo de trabalhar muito, como gente grande, a menina não guardava tristeza em seu coração, não sentia raiva. Sabem por que? Porque ela amava o Papai do céu. Ela conhecia e sabia que Deus é amor. Ao ouvir que o general estava muito doente, procurou um meio para ajudá-lo.
Em uma hora que pôde conversar com a dona da casa disse: “- Senhora, se fosse possível o meu senhor Naamã ir à minha cidade e conversar com o profeta de Deus, ele ficaria curado da lepra”. Imagine o espanto daquela senhora ao ouvir que seu marido podia ficar curado! Seria verdade mesmo? “-Você tem certeza menina?” “- Sim ,tenho. O profeta Elizeu ora ao Papai do céu que tem poder para curar qualquer doença. Isso já tem acontecido muitas vezes. As pessoas vão procurá-lo bem doentes ,ele pede ao Pai Celestial para curá-los, e pronto, ficam curadas”.

Você já falou do amor de Deus para alguém? Aquela menina não ficou com medo de falar a cerca das maravilhas de Deus, e que Ele tem poder para curar todas as doenças. Muito depressa, aquela mulher foi falar com o marido. Naamã ouviu com atenção e foi falar com o rei. Ele era chefe do exército e não podia sair da cidade, sem pedir licença ao rei. O rei ficou muito contente e permitiu a Naamã ir a cidade do profeta. Então Naamã e seus soldados foram a Samaria. Ele pensava que o profeta ficaria a sua espera, com muitos homens para recebe-lo, por ele ser uma pessoa importante. Chegando na casa do profeta, ordenou aos seus soldados que anunciasse sua chegada. O profeta enviou um empregado para receber Naamã e lhe dar o seguinte recado: “- Senhor Naamã, o profeta Elizeu mandou-lhe dizer para ir até o rio Jordão e mergunlhr sete vezes, assim ficará curado”.

E agora? O que acontecerá? Será que Naamã vai fazer o que o profeta mandou? E você? Pense em algo que você está precisando, ore durante a semana e tenha fé que você irá conseguir.
Naamã ficou muito fuiroso e disse com voz forte: “- Eu vim de tão longe onde existem rios de águas clarinhas, para ergulhar nesse rio de águas sujas, barrentas? Não! De jeito nenhum, não vou fazer coisa tão ridícula. Vamos embora!” – ordenou aos soldados, e muito zangado subiu novamente na carruagem. Mas um de seus soldados falou-lhe bem baixinho: “- Meu senhor, não custa nada tentar, por que não fazer o que o profeta recomenda? Vamos até o rio”. Depois de muito pensar, Naamã resolveu obedecer ao homem de Deus e banhar-se nas águas barrentas do rio Jordão. Deu o primeiro mergulho. Tibum!… O segundo, o terceiro, o quarto e nada. Mergulhou ainda a quinta, a sexta e finalmente a sétima vez. Que maravilha! Oh! Todos ficaram admirados! A pele de Naamã estava limpa outra vez. Ele ficou completamente curado. Naamã então, ofereceu presentes a Elizeu, mas Elizeu não aceitou, porque quem curou foi o Papai do céu. Jesus é o nosso maior presente. Você quer esse presente?

Adaptação da história da Bíblia, por Marilda Ferreira de Toledo