Arquivo | julho 2016

Poesia para o Dia dos Pais: Pai de todo jeito

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Oi!

Durante os últimos dias estou compartilhando materiais que podem ser usados para a progamação do Dia dos Pais na sua igreja, já que esse dia especial está se aproximando. Confiram hoje essa poesia.


Pai de todo jeito

Tem pai que ama,

tem pai que esquece do amor.

Tem pai que adota,

tem pai que abandona.

Tem pai que não sabe que é pai,

tem filho que não sabe do pai.

Tem pai que dá amor,

tem pai que dá presente,

Tem pai por amor,

tem pai por acaso.

Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,

tem pai que não sabe dos problemas do filho.

Tem pai que ensina,

tem pai que não tem tempo.

Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,

tem pai que deixa o filho esquecido.

Tem pai de todo jeito.

Tem pai que encaminha o filho,

tem pai que o deixa no caminho

Tem pai que assume,

tem pai que rejeita.

Tem pai que acaricia,

tem pai que não sabe onde está o filho que precisa de carinho.

Tem pai que afaga,

tem pai que só pensa em negócio.

Tem pai de todo jeito.

E você?

Que tipo de pai você é?

Eu quero um pai, apenas um pai que esteja consciente do amor

que tem para dividir…

Eu quero um pai, apenas um pai que seja amigo!

(Autor desconhecido)

Peça para o Dia dos Pais: O Filho Pródigo

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Olá!

O Dia dos Pais está chegando! Continuando com as publicações específicas para essa data especial, compartilho hoje uma peça que pode ser ensaiada para a programação em sua igreja. Essa peça foi escrita por mim, adaptada da passagem bíblica sobre o filho pródigo. Confiram!

 


O filho pródigo

 

Personagens:  Um narrador, pai, filho mais novo e filho mais velho

 

 

Narrador – Certo homem tinha dois filhos, o mais moço chegou e disse:

Filho moço – Pai, eu vou embora, não quero mais morar aqui! Quero agora minha parte em dinheiro Não vou esperar que o senhor morra para eu receber a herança! Eu quero agora!

Narrador – O velho pai assustou, e ficou muito triste!

Pai – Mas meu filho! Por que você diz assim? Aqui você tem tudo, nunca lhe faltou nada! Meu filho, eu te amo muito, não vou suportar essa separação! Por favor, filhinho, não vai.

Filho moço – Ah,velho! Eu quero conhecer outros lugares! Já cansei dessa vida medíocre. Me dá logo o dinheiro e chega de frescura, eu não quero saber de nada.   Quero o que me pertence.

Narrador – Então o pai, com uma tristeza imensa no coração, deu o dinheiro ao filho. E o filho juntou tudo que era seu e partiu para um país distante. Passado algum tempo, o dinheiro do filho acabou! Ele havia gastado tudo que tinha com amigos, mulheres, bebidas e festa. Acontece que sobreveio naquele país uma grande fome. O moço já havia consumido todo seu dinheiro. E aí ele começou a passar necessidades. Aqueles que se diziam amigos, se afastaram dele na hora que ele mais precisou. Ele procurou emprego em vários lugares; mas, mas não conseguiu.  Depois de muito procurar, já estava morrendo de fome, ele conseguiu um emprego na fazenda. Mas sabe  para que? Cuidar de porcos. Isso mesmo! Ele não tinha nada pra comer. E ele tinha tanta fome! Ninguém lhe dava de comer. Então ele era obrigado a comer as migalhas dos porcos. Foi então que um dia em que estava sendo muito humilhado, lembrou de sua casa e disse:

Filho moço –  Preciso voltar para casa de meu pai! Tantos empregados de meu pai estão melhor! E eu aqui sozinho sofrendo tanto! Levantar-me-ei e  irei ter com o meu pai.

Narrador – E assim o filho resolveu voltar para casa. O pai todos os dias olhava para estrada para ver se o filho estava voltando. E naquele dia não foi diferente…Vinha vindo o filho longe, quando pai o avistou, seu coração bateu mais forte! E foi ao encontro do filho! E quando encontrou o filho disse:

Filho moço – Pai! Pequei contra o céu e contra ti! Já não sou digno de ser chamado seu filho. Faça-me um de seus empregados!

Narrador – O pai abraçou o filho e o beijou… e gritou para um de seus empregados.

Pai – Trazei depressa a melhor roupa! Veste-o e ponha o anel no dedo e calce as sandálias. Matai também um novilho cevado. Comamos e alegramos! Vamos fazer a maior festa! Porque esse meu filho estava perdido e foi achado!

Narrador –  Ora, o filho mais velho estava trabalhando no campo. Quando voltou para casa ouviu a musica…. E  chamou um dos empregados  e perguntou o que estava acontecendo. O empregado contou tudo que estava acontecendo! Ele ficou  muito irritado e não queria entrar. O pai, porém, saiu e explicou para o filho.  Mas o filho não quis saber e disse:

Filho mais velho – Há tantos anos que te sirvo sem jamais desobedecer uma ordem tua. E o senhor nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com meus amigos. Vindo porém esse seu filho, que gastou os teus bens com mulheres, bebidas e farras… Tu mandaste matar para ele um novilho?

Pai – Meu filho querido! Você sempre estas comigo! Tudo que é meu,  é teu! Porém é justo comemorarmos, pois é teu irmão. Ele estava morto e voltou a viver! Estava perdido e foi achado!

Narrador – (O narrador pode concluir como quiser, com algum comentário sobre a passagem bíblica, ou com uma pregação, se preferir.)

 

Adaptado por: Marilda Ferreira

 

 

Jogral para o Dia dos Pais: Hoje é seu dia, escuta papai

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Olá!

Hoje vamos continuar com as publicações especiais para o Dia dos Pais. Esse jogral pode ser ensaiado para a programação na igreja. Confiram!

 


Hoje é seu dia papai

Meninas –  Pela mãe que escolheste para mim…

Todos –  Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelo meu lar e pedacinho do céu, que os dois  construíram.

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninas – Pelo beijo que me dás, a cada manhã, quando vais para o trabalho…

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelo meu primeiro livro, quando entrei na escola…

Todos –  Eu te agradeço, papai!

Meninas – Pelas broncas que me dás, de vez em quanto ou de vez em sempre…

Todos –  Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelas palmadas poucas ou muitas, no lugar preciso e na hora certa…

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninas – Pelas tardes de sábado, domingo ou feriado que ficas em nossa companhia…

Todos- Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelo nome honrado que herdei, pelo que tenho parecido com você…

Todos-   Eu te agradeço, papai!

Meninas –  Porque você é  bom, generoso, terno, amigo, trabalhador e corajoso…

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninos –  Porque você me ensinou o caminho do bem e do viver…

Todos – Nós te agradecemos, papai do céu, e te pedimos que abençoe ricamente o nosso papai, hoje e sempre. Amém!

Peça para o Dia dos Pais: Por favor, papaizinho, vamos!

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O dia dos pais está chegando! Vou começar uma série de publicações aqui no blog em homenagem a essa data. São peças, poesias, histórias que poderão ser usadas para a comemoração do dia dos pais na sua igreja, por exemplo. Para começar, vou compartilhar uma peça. Ainda dá tempo de ensaiar, hein?

Quando eu apresentei essa peça usei fantoche para o pai e a menina, o narrador foi uma pessoa. Mas pode apresentar com pessoas interpretando os personagens. No caso, depois uma adolescente para fazer o papel da menina já crescida.


 Por favor, papaizinho, vamos!

 

Narrador – Uma garotinha de olhar cintilante e resplandecente, rostinho alegre, assim falou:

Menina – Papaizinho, está na hora da EBD, vamos! Lá eles ensinam o amor de Jesus e como Ele morreu por todos nós.

Papai – Ah, não! Hoje não. Trabalhei a semana toda. Vou para a praia. Lá sim é agradável. Vá saindo e não me aborreça. Vamos à igreja qualquer dia.

Narrador – Passou a semana e chegou o domingo. A garotinha chegou perto do pai e disse:

Menina – Papai,  papaizinho! Hoje é domingo, vamos à igreja! O senhor não vai para praia hoje, não é verdade?

Papai – Ah, minha filha! Não vai dar para ir, pois estou tão cansado e com sono! Ainda é muito cedo, volte para cama.

Narrador –  A garotinha ficava muito triste, pois ela tinha tanta vontade de ir na EBD e ela pensava: “Quem sabe domingo ele vai”. E assim chegou o outro domingo.

Menina – Ei, papai! Acorda! Vamos à escola dominical?

Papai – Logo hoje? Não dá mesmo! Meu time vai jogar agora! E eu não vou perder por nada!

Narrador – Meses e anos afinal se passaram. E o papai não mais ouviu o apelo: “Vamos à igreja”  Os dias da infância se passaram. O pai envelhecera. Agora que o fim da vida se aproxima, ele encontra tempo para ir à igreja. E quando ele faz o convite, a filha lhe responde:

Filha – Fala sério! Hoje eu não posso, papai! Cheguei muito tarde da balada, Devo recuperar um pouco o sono, meu semblante está horrível!

Narrador – E o pai sempre insistia com a filha.

Papai – Vamos hoje, filha. Você precisa ouvir a palavra de Deus!

Menina-  Que nada, velho! Estou em outra. Hoje não posso, pois tenho que sair com a galera. Esse negócio de crente já era…

Narrador – Então o pai enxuga as lágrimas. As mãos trêmulas levanta, relembrando os tempos que se foram, parece ouvir a suplicante voz de sua filha, o rosto resplandecente, voltando para ele em cintilante olhar, a lhe dizer:  “Está na hora da escola dominical. Por favor… papai, não queres ir”?

(Extraído da revista Visão Missionária)

 

 

O que Mariana mais amava

 

bíblia

 

“Nós temos 24 horas para sair de casa! Se não fizermos isso, vão explodir a casa com nossa família dentro”, disse o pai Jonas, depois de ler uma carta que colocaram debaixo da porta naquela manhã. Papai Jonas andava de um lado para outro dentro da casa. Ele ia sentir muitas saudades de lá. Afinal de contas, ele havia nascido naquele lugar! A casa tinha sido de seu pai, de seu avó, e agora ele e sua família eram obrigados a deixá-la.

Nesse meio de tempo, a mamãe Marta e suas filhas Mariana e Priscila estavam fazendo as malas, decidindo o que levar ou não. De repente, Mariana começou a chorar, falando com sua mãe: “Eu  quero  levar  isso  comigo!”. Papai  Jonas vai para o quarto e vê sua esposa em dúvida e a filhinha chorando.

“Papai, eu quero levar minha Bíblia colorida comigo. Eu posso deixar todas roupas e até meus brinquedos aqui em casa, mas eu quero levar a Bíblia comigo. Ela tem desenhos e eu quero ler pra mamãe que não sabe ler. Por que é tão difícil levar o meu livro preferido com a gente?”

O papai fica sem saber o que fazer. Levar uma Bíblia na mala, mesmo sendo uma Bíblia infantil é muito perigoso. As pessoas que tinham ameaçado explodir sua casa haviam feito isso porque Jonas e sua família eram cristãos.  Elas não gostavam nem um pouco da Bíblia. Mas aquela bíblia era muito querida para sua filhinha Mariana. Eles poderiam ser parados pela policia, que poderia revistar suas malas e encontrar a Bíblia.

Mas valia a pena. O que ele iria perder se a Bíblia fosse encontrada? Talvez Mariana ficasse sem ela, mas Deus iria providenciar outra, quando terminasse a viagem.

“Certo Mariana, você pode levar sua Bíblia, mas enquanto faz as malas, ore e peça para Deus protegê-la, e nos proteger também. Agora nossa viagem será cheia de fé, e esperança”.

O quanto você ama sua Bíblia? Ela é como uma carta que Deus escreveu para nós, dizendo que nos ama, e nos ensinando a amá-lo do mesmo modo.  Mariana amava tanto sua Bíblia que preferia ficar sem seus brinquedos do que sem ela.

Há outras crianças no mundo que não têm uma Bíblia, diferente de Mariana que morava no Iraque, e de você aqui no Brasil. Às vezes, a Bíblia é cara demais para seus pais comprarem, ou em seu país nem conhecem a Bíblia! Essas crianças estão espalhadas pelo mundo.

Uma das coisas que a Portas Abertas faz é distribuir Bíblias para cristãos que não têm, tanto para os adultos quanto para crianças.  O que nós queremos é que cada cristão tenha uma Bíblia para ler, e que todos eles a amem, assim como Mariana amava a dela.

 

(extraído do site Portas abertas)

Conheça mais sobre a missão Portas Abertas no site. Veja noticias sobre as crianças perseguidas em http://www.portasabertas.org.br/noticias/crianças.asp