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Poesia para o Dia dos Pais: Pai de todo jeito

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Oi!

Durante os últimos dias estou compartilhando materiais que podem ser usados para a progamação do Dia dos Pais na sua igreja, já que esse dia especial está se aproximando. Confiram hoje essa poesia.


Pai de todo jeito

Tem pai que ama,

tem pai que esquece do amor.

Tem pai que adota,

tem pai que abandona.

Tem pai que não sabe que é pai,

tem filho que não sabe do pai.

Tem pai que dá amor,

tem pai que dá presente,

Tem pai por amor,

tem pai por acaso.

Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,

tem pai que não sabe dos problemas do filho.

Tem pai que ensina,

tem pai que não tem tempo.

Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,

tem pai que deixa o filho esquecido.

Tem pai de todo jeito.

Tem pai que encaminha o filho,

tem pai que o deixa no caminho

Tem pai que assume,

tem pai que rejeita.

Tem pai que acaricia,

tem pai que não sabe onde está o filho que precisa de carinho.

Tem pai que afaga,

tem pai que só pensa em negócio.

Tem pai de todo jeito.

E você?

Que tipo de pai você é?

Eu quero um pai, apenas um pai que esteja consciente do amor

que tem para dividir…

Eu quero um pai, apenas um pai que seja amigo!

(Autor desconhecido)

Peça para o Dia dos Pais: O Filho Pródigo

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Olá!

O Dia dos Pais está chegando! Continuando com as publicações específicas para essa data especial, compartilho hoje uma peça que pode ser ensaiada para a programação em sua igreja. Essa peça foi escrita por mim, adaptada da passagem bíblica sobre o filho pródigo. Confiram!

 


O filho pródigo

 

Personagens:  Um narrador, pai, filho mais novo e filho mais velho

 

 

Narrador – Certo homem tinha dois filhos, o mais moço chegou e disse:

Filho moço – Pai, eu vou embora, não quero mais morar aqui! Quero agora minha parte em dinheiro Não vou esperar que o senhor morra para eu receber a herança! Eu quero agora!

Narrador – O velho pai assustou, e ficou muito triste!

Pai – Mas meu filho! Por que você diz assim? Aqui você tem tudo, nunca lhe faltou nada! Meu filho, eu te amo muito, não vou suportar essa separação! Por favor, filhinho, não vai.

Filho moço – Ah,velho! Eu quero conhecer outros lugares! Já cansei dessa vida medíocre. Me dá logo o dinheiro e chega de frescura, eu não quero saber de nada.   Quero o que me pertence.

Narrador – Então o pai, com uma tristeza imensa no coração, deu o dinheiro ao filho. E o filho juntou tudo que era seu e partiu para um país distante. Passado algum tempo, o dinheiro do filho acabou! Ele havia gastado tudo que tinha com amigos, mulheres, bebidas e festa. Acontece que sobreveio naquele país uma grande fome. O moço já havia consumido todo seu dinheiro. E aí ele começou a passar necessidades. Aqueles que se diziam amigos, se afastaram dele na hora que ele mais precisou. Ele procurou emprego em vários lugares; mas, mas não conseguiu.  Depois de muito procurar, já estava morrendo de fome, ele conseguiu um emprego na fazenda. Mas sabe  para que? Cuidar de porcos. Isso mesmo! Ele não tinha nada pra comer. E ele tinha tanta fome! Ninguém lhe dava de comer. Então ele era obrigado a comer as migalhas dos porcos. Foi então que um dia em que estava sendo muito humilhado, lembrou de sua casa e disse:

Filho moço –  Preciso voltar para casa de meu pai! Tantos empregados de meu pai estão melhor! E eu aqui sozinho sofrendo tanto! Levantar-me-ei e  irei ter com o meu pai.

Narrador – E assim o filho resolveu voltar para casa. O pai todos os dias olhava para estrada para ver se o filho estava voltando. E naquele dia não foi diferente…Vinha vindo o filho longe, quando pai o avistou, seu coração bateu mais forte! E foi ao encontro do filho! E quando encontrou o filho disse:

Filho moço – Pai! Pequei contra o céu e contra ti! Já não sou digno de ser chamado seu filho. Faça-me um de seus empregados!

Narrador – O pai abraçou o filho e o beijou… e gritou para um de seus empregados.

Pai – Trazei depressa a melhor roupa! Veste-o e ponha o anel no dedo e calce as sandálias. Matai também um novilho cevado. Comamos e alegramos! Vamos fazer a maior festa! Porque esse meu filho estava perdido e foi achado!

Narrador –  Ora, o filho mais velho estava trabalhando no campo. Quando voltou para casa ouviu a musica…. E  chamou um dos empregados  e perguntou o que estava acontecendo. O empregado contou tudo que estava acontecendo! Ele ficou  muito irritado e não queria entrar. O pai, porém, saiu e explicou para o filho.  Mas o filho não quis saber e disse:

Filho mais velho – Há tantos anos que te sirvo sem jamais desobedecer uma ordem tua. E o senhor nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com meus amigos. Vindo porém esse seu filho, que gastou os teus bens com mulheres, bebidas e farras… Tu mandaste matar para ele um novilho?

Pai – Meu filho querido! Você sempre estas comigo! Tudo que é meu,  é teu! Porém é justo comemorarmos, pois é teu irmão. Ele estava morto e voltou a viver! Estava perdido e foi achado!

Narrador – (O narrador pode concluir como quiser, com algum comentário sobre a passagem bíblica, ou com uma pregação, se preferir.)

 

Adaptado por: Marilda Ferreira

 

 

Jogral para o Dia dos Pais: Hoje é seu dia, escuta papai

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Olá!

Hoje vamos continuar com as publicações especiais para o Dia dos Pais. Esse jogral pode ser ensaiado para a programação na igreja. Confiram!

 


Hoje é seu dia papai

Meninas –  Pela mãe que escolheste para mim…

Todos –  Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelo meu lar e pedacinho do céu, que os dois  construíram.

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninas – Pelo beijo que me dás, a cada manhã, quando vais para o trabalho…

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelo meu primeiro livro, quando entrei na escola…

Todos –  Eu te agradeço, papai!

Meninas – Pelas broncas que me dás, de vez em quanto ou de vez em sempre…

Todos –  Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelas palmadas poucas ou muitas, no lugar preciso e na hora certa…

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninas – Pelas tardes de sábado, domingo ou feriado que ficas em nossa companhia…

Todos- Eu te agradeço, papai!

Meninos – Pelo nome honrado que herdei, pelo que tenho parecido com você…

Todos-   Eu te agradeço, papai!

Meninas –  Porque você é  bom, generoso, terno, amigo, trabalhador e corajoso…

Todos – Eu te agradeço, papai!

Meninos –  Porque você me ensinou o caminho do bem e do viver…

Todos – Nós te agradecemos, papai do céu, e te pedimos que abençoe ricamente o nosso papai, hoje e sempre. Amém!

Peça para o Dia dos Pais: Por favor, papaizinho, vamos!

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O dia dos pais está chegando! Vou começar uma série de publicações aqui no blog em homenagem a essa data. São peças, poesias, histórias que poderão ser usadas para a comemoração do dia dos pais na sua igreja, por exemplo. Para começar, vou compartilhar uma peça. Ainda dá tempo de ensaiar, hein?

Quando eu apresentei essa peça usei fantoche para o pai e a menina, o narrador foi uma pessoa. Mas pode apresentar com pessoas interpretando os personagens. No caso, depois uma adolescente para fazer o papel da menina já crescida.


 Por favor, papaizinho, vamos!

 

Narrador – Uma garotinha de olhar cintilante e resplandecente, rostinho alegre, assim falou:

Menina – Papaizinho, está na hora da EBD, vamos! Lá eles ensinam o amor de Jesus e como Ele morreu por todos nós.

Papai – Ah, não! Hoje não. Trabalhei a semana toda. Vou para a praia. Lá sim é agradável. Vá saindo e não me aborreça. Vamos à igreja qualquer dia.

Narrador – Passou a semana e chegou o domingo. A garotinha chegou perto do pai e disse:

Menina – Papai,  papaizinho! Hoje é domingo, vamos à igreja! O senhor não vai para praia hoje, não é verdade?

Papai – Ah, minha filha! Não vai dar para ir, pois estou tão cansado e com sono! Ainda é muito cedo, volte para cama.

Narrador –  A garotinha ficava muito triste, pois ela tinha tanta vontade de ir na EBD e ela pensava: “Quem sabe domingo ele vai”. E assim chegou o outro domingo.

Menina – Ei, papai! Acorda! Vamos à escola dominical?

Papai – Logo hoje? Não dá mesmo! Meu time vai jogar agora! E eu não vou perder por nada!

Narrador – Meses e anos afinal se passaram. E o papai não mais ouviu o apelo: “Vamos à igreja”  Os dias da infância se passaram. O pai envelhecera. Agora que o fim da vida se aproxima, ele encontra tempo para ir à igreja. E quando ele faz o convite, a filha lhe responde:

Filha – Fala sério! Hoje eu não posso, papai! Cheguei muito tarde da balada, Devo recuperar um pouco o sono, meu semblante está horrível!

Narrador – E o pai sempre insistia com a filha.

Papai – Vamos hoje, filha. Você precisa ouvir a palavra de Deus!

Menina-  Que nada, velho! Estou em outra. Hoje não posso, pois tenho que sair com a galera. Esse negócio de crente já era…

Narrador – Então o pai enxuga as lágrimas. As mãos trêmulas levanta, relembrando os tempos que se foram, parece ouvir a suplicante voz de sua filha, o rosto resplandecente, voltando para ele em cintilante olhar, a lhe dizer:  “Está na hora da escola dominical. Por favor… papai, não queres ir”?

(Extraído da revista Visão Missionária)

 

 

Não vá, papai!

Era um dia de grande reunião. O auditório estava quase repleto, e havia uma imensa expectativa no ar. Pudera! Que grande orador ia falar. Era um homem ilustre e famoso!
E, antes do início da reunião, um senhor começou a procurar um lugar. Ele queria sentar-se lá na frente, e estava com uma menina no colo. A garotinha devia ter uns 5 anos e era muito bonita, bem arrumada, e de olhar meigo e puro. E ele conseguiu um lugar, e sentou-se com a menina no colo.
Em poucos minutos o auditório lotou. Não havia nenhum lugar mais. E a reunião começou: o orador logo prendeu a atenção de todos. Ninguém se mexia. Eles não queriam perder nenhuma só palavra. Mas o que será que o orador estava falando que era tão interessante?
Era sobre a influência. Dizia que nós recebemos muitas influências. Por exemplo: um homem ilustre influencia outro homem. Uma pessoa simples, também influencia, com a sua simplicidade, a outra pessoa. Um mendigo, às vezes, até pode influenciar uma pessoa rica e famosa. Uma criança influencia outra criança, e as crianças assimilam o que a outra tem de bom. Influência.
Bem diz a palavra de Deus: “As más conversações corrompem os bons constumes”. Influência. Um pai influencia o filho, a filha e a esposa.
Às vezes, o pai não percebe a grande influência que ele exerce, mas, não é que de repente, na frente das visitas, seu filho comete uma falta tão grave, que ele se assusta, e fica todo bravo… Mas também percebe que aquela falta que o irritou tanto é exatamente a que ele escondeu do seu filho. É a sua falha! Ele viu no filho aquilo que ele mais detesta, e que esconde dos outros. Pois foi precisamente aquilo que influenciou o seu filho. Então ele bate no filho. Que pena!
E há quem diga: eu não influencio ninguém, e não me deixo influenciar.
E aí, o orador parou e fixou os olhos naquele homem com a menina bonita no colo, pensou e disse: estão vendo aquela menininha ali? Até ela, tão linda e pequena, exerce muita influência. Quando o orador apontou para a menina, no meio daquele imenso auditório repleto de gente, o pai se levantou como se tivesse sido empurrado por uma mola, foi até a frente, e gritou: “Isto é verdade mesmo!”
O público ficou silencioso, o pregador meio embaraçado e o auditório curioso.
– Por que será que aquele senhor com a menina no colo gritou?
E o orador percebeu a curiosidade de todos, e então perguntou:
– Por acaso o senhor poderia explicar o motivo de tamanha explosão?
O pai também estava meio confuso. Ele mesmo não esperava uma reação assim tão grande diante de todos, e estava meio assustado. Então olhou para os lados, depois para a filhinha no seu colo, e aí começou a falar:
– Sabem? Eu tinha um grande emprego. Eu era respeitado e querido na companhia. Mas um dia, recebi influências de uns amigos que me pareciam muito bons. Eles eram despreocupados, alegres e felizes. Mas, aos poucos, conseguiram me levar para uma casa de bebidas, e disseram: “Aqui é muito bom. A gente se esquece da vida. É divertido. Pra que só trabalhar, não é? Não somos escravos.” A princípio, eu só olhei, mas depois, entre risos e piadas, eu bebi um pouco, e mais um pouco, e logo não conseguia mais voltar para casa sem antes sentir o cheiro da bebida, sem antes ouvir as risadas dos amigos e suas piadas. Eles eram tão engraçados! E nesta época, eu tinha uma linda filha!
E a voz daquele pai, agora, parecia um soluço.
– Minha filha tinha dezenove anos. Que filha! Boa, meiga, carinhosa, obediente, com o coração terno, tão terno como eu nunca mais vou conhecer outro. Pois minha filhinha, quando via que eu não voltava para casa logo, ficava com medo de que eu estivesse bêbado, que caísse na rua, que me machucasse, então, todas as noites ela ia até aquela casa de bebidas, e ficava na porta me esperando, e, de vez em quando, ela punha seu rostinho lindo pra dentro e dizia: “Vamos, papai? Vamos, paizinho, eu vim te buscar.” Ela ficava do lado de fora, mas algumas vezes, eu a fiz entrar naquele lugar.
E o pai chorou, e a platéia também.
– E do lado de fora da casa de bebidas, chovia, ventava e fazia frio, muito frio. E quando ela já estava toda gelada, arriscava a dizer novamente, com sua carinha pálida, humilde: “Eu vim te buscar, paizinho.” E quando eu saía, ela ia comigo para casa, e me abraçava, como que querendo me proteger. Mas aquelas noites em claro, no frio e na chuva, deram para minha filha um resfriado muito forte. E o resfriado nunca foi tratado, porque eu precisava beber. E o resfriado se transformou numa tuberculose. E a minha filha meiga, amorosa e obediente, um dia me chamou e disse:
– Paizinho, só há um caminho. Ele dá alegria e paz. Por que você não o segue, papai?
– Qual é esse caminho, filhinha?
– É Jesus, papai. Busque-o. Pegue a minha Bíblia. Ela está embaixo do meu travesseiro. Aí você vai achar o caminho para você e para nossa família. Papai, eu estou indo, paizinho. Adeus.
– E morreu o meu anjo, a minha filha. E eu fiquei desconsolado e triste. Então, em lugar de ler a Bíblia, eu fui para casa de bebidas, para me esquecer dela. Só que agora, eu tinha medo da noite. Tinha medo de ir sozinho. Tinha medo de voltar pra casa sem ninguém para me proteger. Lembrava-me dela sem parar. Então eu tive uma idéia: comecei a levar comigo essa outra filhinha, e ela só tem 5 anos. E eu ia todos os dias com ela. Não foi suficiente a morte da minha filhinha querida. Eu estava cego. A influência dos amigos, e agora daquele ambiente eram muito grandes. Maior do que o amor pelas minhas filhas. E lá ia eu com esta filhinha, andando de noite pela rua, e voltando de madrugada. E uma noite, quando eu estava chegando com ela na casa de bebidas, ouvi uma gritaria que vinha de lá. Havia um alvoroço, e pessoas iam e vinham. Até a polícia chegou! Apressei meu passo. Anda, filhinha, mais rápido um pouco. – falei.
– Não posso, papai, estou com sono. Quero dormir.
– E a gritaria aumentava e eu estava fascinado. Queria saber o que estava acontecendo. Então eu puxei minha filhinha, quase arrastando-a pela mão, e consegui chegar até aquela casa maldita, e minha filha falou com uma voz que ninguém nunca ouviu na vida:
– Não vá, papai, por favor.
– Mas eu entrei com o coração duro.
– Não, não entre mais, papai. Papaizinho, não vá lá. E ela disse medrosa e timidamente: Jesus, Jesus! Ajuda o papai.
– Eu ouvi. Ela falou bem baixinho. E, de repente, senti um calor na minha mão, e olhei assustado. Alguma coisa estava me queimando. Olhei bem. Era uma lágrima quente que escorreu dos olhinhos da minha filha, e foi até a minha mão, queimando-a. Fui tomado de uma emoção descontrolada. Num relance percebi tudo o que havia feito. Por influência desta minha filhinha e daquela lágrima quente, o véu que havia nos meus olhos caiu. Olhei para ela. Como você é linda, filha! Eu enxerguei. Fiquei livre da escravidão. Num relance percebi todo o mal que estava fazendo para minha filhinha, para minha esposa e… Senti toda a culpa da morte da minha amada e meiga filha, que se sacrificou por mim. E eu senti no coração a lágrima quente e a palavra “Jesus, Jesus” que esta pequenina falou.
Depois que falou tudo isso, olhou para o público, ficou quieto um pouco, e continuou:
– Acho que os senhores entenderam agora porque eu dei aquele pulo com a minha filhinha no colo, não é?
Que silêncio constrangedor!
E a filhinha abraçou o pescoço do papai, com força, e ele ainda falou:
– Pois eu nunca mais tomei um gole sequer de bebida alcóolica. Atravesso a rua para não passar em frente daquela casa maldita. Há doze meses que eu não bebo mais, e nunca mais vou beber, tudo por influência das minhas filhinhas… E de Jesus. Senhor pregador, perdoe-me, mas eu não pude me conter, porque confesso, recebi a influência direta e dolorida das minhas filhinhas.
E todo auditório continuou num silêncio imenso. Então o pregador, muito sério, olhou para todos e disse:
– Está encerrada a minha palavra. Foi mais do que suficiente.
Papai, dos lábios de Jesus Cristo saíram estas palavras que foram registradas no livro de Lucas 10:21: “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelastes às criancinhas”.
Como são belas as criancinhas!
Que Deus ajude você, papai, neste seu dia, e que a sua influência possa levar sua esposa, suas filhinhas, seus filhos e seus amigos, para os braços eternos e amorosos do Senhor Jesus Cristo.
(De Benjamim Roth, adaptado para o Dia dos Pais, pela Tia Ester)