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Peça para o Dia dos Pais: O Filho Pródigo

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Olá!

O Dia dos Pais está chegando! Continuando com as publicações específicas para essa data especial, compartilho hoje uma peça que pode ser ensaiada para a programação em sua igreja. Essa peça foi escrita por mim, adaptada da passagem bíblica sobre o filho pródigo. Confiram!

 


O filho pródigo

 

Personagens:  Um narrador, pai, filho mais novo e filho mais velho

 

 

Narrador – Certo homem tinha dois filhos, o mais moço chegou e disse:

Filho moço – Pai, eu vou embora, não quero mais morar aqui! Quero agora minha parte em dinheiro Não vou esperar que o senhor morra para eu receber a herança! Eu quero agora!

Narrador – O velho pai assustou, e ficou muito triste!

Pai – Mas meu filho! Por que você diz assim? Aqui você tem tudo, nunca lhe faltou nada! Meu filho, eu te amo muito, não vou suportar essa separação! Por favor, filhinho, não vai.

Filho moço – Ah,velho! Eu quero conhecer outros lugares! Já cansei dessa vida medíocre. Me dá logo o dinheiro e chega de frescura, eu não quero saber de nada.   Quero o que me pertence.

Narrador – Então o pai, com uma tristeza imensa no coração, deu o dinheiro ao filho. E o filho juntou tudo que era seu e partiu para um país distante. Passado algum tempo, o dinheiro do filho acabou! Ele havia gastado tudo que tinha com amigos, mulheres, bebidas e festa. Acontece que sobreveio naquele país uma grande fome. O moço já havia consumido todo seu dinheiro. E aí ele começou a passar necessidades. Aqueles que se diziam amigos, se afastaram dele na hora que ele mais precisou. Ele procurou emprego em vários lugares; mas, mas não conseguiu.  Depois de muito procurar, já estava morrendo de fome, ele conseguiu um emprego na fazenda. Mas sabe  para que? Cuidar de porcos. Isso mesmo! Ele não tinha nada pra comer. E ele tinha tanta fome! Ninguém lhe dava de comer. Então ele era obrigado a comer as migalhas dos porcos. Foi então que um dia em que estava sendo muito humilhado, lembrou de sua casa e disse:

Filho moço –  Preciso voltar para casa de meu pai! Tantos empregados de meu pai estão melhor! E eu aqui sozinho sofrendo tanto! Levantar-me-ei e  irei ter com o meu pai.

Narrador – E assim o filho resolveu voltar para casa. O pai todos os dias olhava para estrada para ver se o filho estava voltando. E naquele dia não foi diferente…Vinha vindo o filho longe, quando pai o avistou, seu coração bateu mais forte! E foi ao encontro do filho! E quando encontrou o filho disse:

Filho moço – Pai! Pequei contra o céu e contra ti! Já não sou digno de ser chamado seu filho. Faça-me um de seus empregados!

Narrador – O pai abraçou o filho e o beijou… e gritou para um de seus empregados.

Pai – Trazei depressa a melhor roupa! Veste-o e ponha o anel no dedo e calce as sandálias. Matai também um novilho cevado. Comamos e alegramos! Vamos fazer a maior festa! Porque esse meu filho estava perdido e foi achado!

Narrador –  Ora, o filho mais velho estava trabalhando no campo. Quando voltou para casa ouviu a musica…. E  chamou um dos empregados  e perguntou o que estava acontecendo. O empregado contou tudo que estava acontecendo! Ele ficou  muito irritado e não queria entrar. O pai, porém, saiu e explicou para o filho.  Mas o filho não quis saber e disse:

Filho mais velho – Há tantos anos que te sirvo sem jamais desobedecer uma ordem tua. E o senhor nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com meus amigos. Vindo porém esse seu filho, que gastou os teus bens com mulheres, bebidas e farras… Tu mandaste matar para ele um novilho?

Pai – Meu filho querido! Você sempre estas comigo! Tudo que é meu,  é teu! Porém é justo comemorarmos, pois é teu irmão. Ele estava morto e voltou a viver! Estava perdido e foi achado!

Narrador – (O narrador pode concluir como quiser, com algum comentário sobre a passagem bíblica, ou com uma pregação, se preferir.)

 

Adaptado por: Marilda Ferreira

 

 

Peça para o Dia dos Pais: Por favor, papaizinho, vamos!

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O dia dos pais está chegando! Vou começar uma série de publicações aqui no blog em homenagem a essa data. São peças, poesias, histórias que poderão ser usadas para a comemoração do dia dos pais na sua igreja, por exemplo. Para começar, vou compartilhar uma peça. Ainda dá tempo de ensaiar, hein?

Quando eu apresentei essa peça usei fantoche para o pai e a menina, o narrador foi uma pessoa. Mas pode apresentar com pessoas interpretando os personagens. No caso, depois uma adolescente para fazer o papel da menina já crescida.


 Por favor, papaizinho, vamos!

 

Narrador – Uma garotinha de olhar cintilante e resplandecente, rostinho alegre, assim falou:

Menina – Papaizinho, está na hora da EBD, vamos! Lá eles ensinam o amor de Jesus e como Ele morreu por todos nós.

Papai – Ah, não! Hoje não. Trabalhei a semana toda. Vou para a praia. Lá sim é agradável. Vá saindo e não me aborreça. Vamos à igreja qualquer dia.

Narrador – Passou a semana e chegou o domingo. A garotinha chegou perto do pai e disse:

Menina – Papai,  papaizinho! Hoje é domingo, vamos à igreja! O senhor não vai para praia hoje, não é verdade?

Papai – Ah, minha filha! Não vai dar para ir, pois estou tão cansado e com sono! Ainda é muito cedo, volte para cama.

Narrador –  A garotinha ficava muito triste, pois ela tinha tanta vontade de ir na EBD e ela pensava: “Quem sabe domingo ele vai”. E assim chegou o outro domingo.

Menina – Ei, papai! Acorda! Vamos à escola dominical?

Papai – Logo hoje? Não dá mesmo! Meu time vai jogar agora! E eu não vou perder por nada!

Narrador – Meses e anos afinal se passaram. E o papai não mais ouviu o apelo: “Vamos à igreja”  Os dias da infância se passaram. O pai envelhecera. Agora que o fim da vida se aproxima, ele encontra tempo para ir à igreja. E quando ele faz o convite, a filha lhe responde:

Filha – Fala sério! Hoje eu não posso, papai! Cheguei muito tarde da balada, Devo recuperar um pouco o sono, meu semblante está horrível!

Narrador – E o pai sempre insistia com a filha.

Papai – Vamos hoje, filha. Você precisa ouvir a palavra de Deus!

Menina-  Que nada, velho! Estou em outra. Hoje não posso, pois tenho que sair com a galera. Esse negócio de crente já era…

Narrador – Então o pai enxuga as lágrimas. As mãos trêmulas levanta, relembrando os tempos que se foram, parece ouvir a suplicante voz de sua filha, o rosto resplandecente, voltando para ele em cintilante olhar, a lhe dizer:  “Está na hora da escola dominical. Por favor… papai, não queres ir”?

(Extraído da revista Visão Missionária)